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EM NOME DE DEUS, O CLEMENTE, O MISERICORDIOSO
NÃO-DIVINDADE DO PROFETA JESUS (A.S.) SEGUNDO AS ANTIGAS ESCRITURAS
O Profeta Jesus (que Deus o abençoe), é tido pelos cristãos como o Filho de Deus, como a própria Encarnação Divina. Afirmam que apenas Jesus salva e redime os pecados. Na linhagem cristã, esta falsa concepção assume uma maior força entre os Evangélicos, que, sem sombra de dúvida, associam o Profeta Jesus (que Deus o abençoe) ao próprio Deus. Tudo que fazem, utilizam o nome do “Senhor Jesus”. Na realidade, Jesus (A.S.) não é Deus, mas um Profeta, um Mensageiro de Deus, que teve a honra da escolha de portar Sua Palavra. Jesus (que Deus o abençoe) foi um Profeta revestido da categoria de Mensageiro (assim como o foi Abraão, Noé, Moisés e Muhhamad, que a paz esteja com todos eles), pois portou a Palavra de Deus. Como todos nós sabemos, o Evangelho bem como os dogmas cristãos que chegaram até nós, não foram aqueles proferidos puramente pelo Profeta Jesus (A.S.). Muito da pureza e da verdade se perderam, em face da corrupção humana. Esta corrupção humana pode ser bem demonstrada no que se refere à divindade do Profeta Jesus (A.S.). Jesus (que Deus o abençoou), nunca disse que seria o Filho de Deus (ou mesmo a própria divindade). Essa concepção é puramente humana e foi decidida no Conselho de Nicéia, onde os dirigentes da então incipiente Igreja Católica decidiram que iriam propagar essa falsa idéia de que Jesus (que Deus o abençoe) seria o próprio Deus. Esse dogma da Igreja Católica, criado pelo Conselho de Nicéia, em associar Jesus (A.S.) com Deus é explicável em face do interesse da elite católica em atrair fiéis para sua Igreja, que estava só começando. Afinal, quem não ficaria interessado em fazer parte de uma religião no qual o próprio Deus (supostamente) se fez presente? Realmente era uma proposta interessante, o que ensejou, realmente, o grande aumento de fiéis católicos. Ocorre que, depois de uma leitura atenta das Antigas Escrituras, percebe-se claramente que Jesus não era Deus, mas apenas um enviado de Deus, como prescerito também no Último Livro de Deus, o Alcorão. Os cristãos, sobretudo os evangélicos, costumam afirmar que a prova de que Jesus (que Deus o abençoe) seria Deus está na Torah, Livro de Isaías (7:14): “Eis que a virgem conceberá um filho, ao qual chamará Emanuel.” Emanuel, em hebraico, significaria “Deus conosco”, o que os leva a pensar que, por isso, o Profeta Jesus (A.S.) seria o próprio Deus. Acontece que, no mesmo livro de Isaías, no versículo seguinte (7:15), está escrito: “Ele comerá manteiga e mel até que o menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem.” Este versículo mostra de forma clara que o menino (no caso Jesus, o filho de Maria) teria o livre-arbítrio em escolher o mal ou o bem. Vale dizer, por possuir o livre-arbítrio, poderia escolher o mal, isto é, ser mal. Ora, se fosse mesmo Jesus (que Deus o abençoe) Filho de Deus (ou o próprio Deus), seria, por essência e por definição, de natureza boa, etérea, sublime; teria, de forma inata, as virtudes e os atributos de Deus. Como então, estaria revestido do livre-arbítrio, característica genuinamente humana, podendo, por isso, ser mal? O trecho “(...) até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem” mostra que Jesus (A.S.) não nasceu virtuoso, com os atributos da bondade e da pureza, mas o obteve com o tempo, o que o faz humano e, por conseguinte, enormemente diferente de Deus, pois Deus é infinitamente bom, etéreo e sublime. Se Jesus (A.S.) foi revestido do livre arbítrio, significa que fez uma opção entre o mal e o bem antes de iniciar a Revelação da Palavra de Deus. Em outras palavras, poderia ter escolhido o mal, caído em tentação, não aceitando a missão que Deus o encarregou. Por ventura, Deus poderia ser mal? Soa, no mínimo absurda esta hipótese!!! Então, como poderia ser Deus um ser eivado de livre-arbítrio e que, por um deslize, poderia aceitar as tentações de Satanás? A Lógica, o Bom Senso, contraria essa falsa concepção católica, absorvida pelos protestantes e, atualmente pelos evangélicos, de que o Profeta Jesus (A.S.) seria o próprio Deus. Isso para nós muçulmanos é um enorme HARAM!!! Realmente, um pecado sem tamanho!!! Poderiam então questionar: “se não é Deus, porque então chamá-lo de Emanuel (ou seja, Deus conosco)?” A resposta é clara: 1. Em primeiro lugar, não houve nenhum profeta chamado Emanuel. O próprio filho de Maria não era chamado Emanuel, mas Yeshua (em hebraico); 2. Em segundo lugar, ainda que se possa atribuir esse nome a algum ser humano (inclusive ao Profeta Jesus), simbolizaria uma figura de linguagem gramatical, que toma a ação pelo autor. Uma Metonímia, melhor dizendo. De fato, vale dizer que a profecia, a palavra de Deus está convosco; em outras palavras, Deus, em sua infinita bondade, nunca deixou de estar junto de suas criaturas e servos, e o fez por meio de seus Enviados, Profetas e Mensageiros. Com Jesus (A.S.), a palavra genuína de Deus se fez presente e, conseqüentemente, sua essência: o AMOR. Deus é sobretudo Amor e o faz transparecer mediante sua Misericórdia e Clemência!! Assim, com os profetas, incluindo Jesus (que Deus o abençoou) Deus se fez presente e esteve conosco, por meio de suas palavras. Destarte, a palavra “Emanuel” não significa que Deus esteve materialmente conosco; esteve em sua essência, que é o Amor, manifesta mediante Sua Palavra. Outra clara menção de que o Profeta Jesus(A.S.) não seria o Filho de Deus, ou mesmo a Divindade em pessoa, está ainda em Isaías , capítulo 42, versículo 1, no qual, referindo-se ao Profeta Jesus, narra que Deus assim o descreveu: “Eis aqui o meu servo, eu o ampararei; o meu escolhido (...)”. Nesta passagem está descrita, de forma mais cristalina possível que Jesus não é Filho, mas SERVO DE DEUS. Isaías narra que o próprio Deus assim se referiu a Jesus (A.S). Quem, então, seria prepotente o bastante para discordar d’Ele? Assim, evidente está, pelas próprias Escrituras Antigas de que Jesus (A.S.) não era Deus, ou seu Filho, mas propriamente um Mensageiro. O Profeta Jeremias (A.S.) – capítulo 10, versículos 6 e 7 – já sabiamente professava que “Ninguém há semelhante a Ti, Senhor; Grande és Tu e Grande o Teu nome em fortaleza. Quem Te não temerá, o Rei das gentes? Porque Tua é a honra; entre todos os sábios das gentes e em todos os reinos nenhum há semelhante a Ti.” Portanto, nunca houve e nem haverá um ser semelhante ou que se compare a Deus, por que, Em Nome de Deus, o Clemente o Misericordioso, Ele é Único, Ele é Absoluto, Não Gerou nem Foi Gerado e Não Há quem se Lhe Compare (surat 112 do AL-QURÁN).
NÃO JULGUES ANTES DE CONHECER! NÃO HÁ TERRORISMO NO ISLAM! O ISLAM É UMA RELIGIÃO DE PAZ! O ISLAM É UMA RELIGIÃO PURA! O ISLAM É A RELIGIÃO DE DEUS!
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